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Não tinha especial simpatia por Carlos Castro, muito menos pelas suas crónicas do mundo da futilidade. No entanto, por coragem ou ingenuidade, assumia a pessoa que era. Na sua relação com Renato, apesar da diferença de idades, acredito ter sido ele quem se iludiu com a possibilidade da existência de qualquer tipo de afecto do mais jovem para com ele.
De Renato, fico com o retrato do jovem amoral, inebriado pela luzes da ribalta, pela fama fácil e leviana e pelo dinheiro ao virar da esquina, que alguns talk-shows televisivos fomentam. Como todos os meios são legítimos para essas pessoas, não tinha qualquer tipo de escrúpulos em aproveitar-se do afecto, da fama e do dinheiro alheios e, quiçá, alegar uma pretensa homossexualidade.
No fim, só fica a imagem do devedor que não quer pagar e do absoluto desprezo pela vida humana.
publicado por Armindo Carvalho às 05:52

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